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Hans Hendrik Van Paesschen

Hans Hendrik van Paesschen

Hans Hendrik van Paesschen (1510 - 1582) era um arquitecto flamengo. Viveu em Antuérpia de onde partia para vários pontos do norte da Europa onde realizou os seus projectos. Enquanto que a Itália foi abençoada com a arquitectura de Andrea Palladio, e a França com a de Philibert de l'Orme, na mesma época, Hans Hendrik van Paesschen, projectava edifícios de igual beleza no norte da Europa. A única razão para ser tão pouco conhecido é a diferente pronúncia do seu nome nos países onde passava e deixava a sua marca. Depois de se formar em Itália, Paesschen foi para Antuérpia e começou a trabalhar como arquitecto e contrutor. Trabalhou na Flandres, Holanda, Inglaterra, País de Gales, Alemanha, Dinamarca, Suécia e Kaliningrado (Rússia). Existem indícios de que terá também trabalhado no norte de França, Estónia, Letónia e Lituânia. Em contraste com o Gótico e com o Maneirismo utilizados pela Europa fora, Paesschen desenhava de acordo com o estilo purista florentino com algumas adaptações. Infelizmente a maior parte da sua obra foi destruída ou sofreu grande alterações, e o original é conhecido apenas por gravuras antigas. Categoria:Arquitectos

1510

Séculos: Século XV - Século XVI - Século XVII Décadas: 1460 1470 1480 1490 1500 1510 1520 1530 1540 1550 1560 Anos: 1505 1506 1507 1508 - 1509 - 1510 1511 1512 1513 1514 1515 ----

Eventos


- Afonso de Albuquerque conquista Goa

Nascimentos

Falecimentos

categoria:anos do século XVI ko:1510년

Arquitecto

Este artigo é sobre o profissional arquiteto. Para uma análise mais precisa de seu campo de atuação, ver o artigo Arquitetura. Para uma lista de arquitetos famosos, ver Lista de arquitectos
Lista de arquitectos Um arquiteto (ou arquitecto, segundo a grafia européia) é o profissional responsável pelo projeto, supervisão e execução de obras de arquitetura. Embora esta seja sua principal atividade, o campo de atuação de um arquiteto envolve toda as áreas correlatas ao controle e desenho do espaço habitado, como o desenho urbano, o paisagismo, e diversas formas de design. Na maior parte dos países do mundo a legislação exige que para que alguém possa ser considerado um arquiteto, este deve possuir um diploma de nível superior.

Etimologia

A palavra arquiteto vem do grego arkhitektôn que significa "o construtor principal" (arqui = principal / tectônica = construção) ou "mestre de obras". Até o Renascimento, não havia distinção entre a atividade de projeto e a execução do mesmo, estando todas as atividades subordinadas à mesma figura. A partir deste momento, o arquiteto surge como figura solitária, separando-se o intelectual do operário.

Profissão

No Brasil

A profissão de arquitetura no Brasil é regularizada e fiscalizada pelo Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia e pelos seus Conselhos Regionais (CREAs), os quais determinam que apenas profissionais que possuam o diploma de bacharelado em Arquitetura e Urbanismo podem exercer a profissão e autodenominar-se arquitetos e urbanistas. A profissão é regulamentada como sendo a de Arquiteto e Urbanista, não sendo reconhecida por parte do Conselho a formação separada das duas disciplinas. Os primeiros CREAs foram fundados na década de 1930, juntamente da regulamentação da profissão. O sistema de regulamentação profissional foi oficializado em 1933, através da fundação do primeiro CREA no Rio de Janeiro. Porém, a profissão existe formalmente no país desde a fundação da Escola Nacional de Belas Artes, também no Rio de Janeiro, no início do século XIX. Anteriormente, não existia formação oficial de arquitetos no país, de forma que os profissionais existentes ou haviam estudado na Europa ou foram aprendizes de Corporações de Ofícios ou de indivíduos isolados (existiram também os auto-didatas, como Aleijadinho). Devido à não regulamentação de diversas profissões correlatas à arquitetura, são normalmente os arquitetos os profissionais responsáveis por projetos de arquitetura da paisagem e design.

Formação acadêmica

Assim como a atividade profissional é regulamentada, também o são os cursos superiores de Arquitetura e Urbanismo, através da definição de um currículo mínimo por parte do Ministério da Educação. No entanto, nota-se que o ensino é bastante heterogêneo quando se comparam diferentes regiões do país. O curso tem obrigatoriamente a duração mínima de cinco anos, composto por pelo menos 3 600 horas de aula. Algumas escolas, porém, consideram esta carga horária insuficiente (especialmente as faculdades mais tradicionais), de forma que existem cursos com duração mínima de mais de 5 000 horas. Os cursos costuma ser caracterizados por uma parte das disciplinas voltadas à "simulação prática da profissão" (através das disciplinas de projeto arquitetônico), uma parte à fundamentação histórico-teórica e outra às disciplinas ligadas aos aspectos tecnológicos da atividade. A legislação determina, porém, uma divisão baseada em disciplinas de fundamentação (composta por disciplinas nas áreas de estética, desenho, plástica, história da arte, entre outras), de profissionalização (composta por disciplinas de projeto, planejamento urbano, teoria da arquitetura, paisagismo, história da arquitetura, construção civil, entre outras) e de um trabalho final de graduação, de natureza interdisciplinar. Diferente de outros países, o estágio profissional não é obrigatório, o que é considerado por diversos críticos uma falha da legislação. Além disso, são comuns as críticas ao sistema pelo seu pouco compromisso àquilo que é chamado de "reais interesses do mercado".

Em Portugal

A profissão é regulamentada pela Ordem dos Arquitectos de Portugal, a qual estabelece que apenas os arquitectos licenciados que estejam inscritos na ordem possam exercer a atividade.

Referências

Artigos relacionados


- Arquitetura
- Urbanismo
- Paisagismo
- Design
- Designer

Páginas externas


- [http://www.confea.org.br CONFEA] - em português
- [http://www.iab.org.br Instituto dos arquitetos do Brasil] - em português
- [http://www.uia-architectes.org União internacional dos arquitetos] - em inglês
- [http://www.arquitetura.com ARQUITETURA.COM] - em português Categoria:ProfissõesCategoria:Arquitetura ja:建築家 zh-cn:建筑师

Flandres

A Flandres (Vlaanderen, em neerlandês; Flandre(s), em francês e Flandern, em alemão - os seus habitantes são designados de "flamengos") é o nome dado a duas realidades distintas:
- a uma comunidade eleitora do estado federal belga, constituída por organizações sociais e políticas e instituições da Comunidade Flamenga (que tem o seu próprio governo e parlamento flamengos), absorvendo todas as competências da região flamenga.
- a uma região histórica da Europa que incluía uma área, variável, que hoje é ocupada pelas províncias belgas da Flandres Oriental e Flandres Ocidental, o Departamentos franceses do Norte e Pas-de-Calais e parte da província neerlandesa da Zelândia. Não existe uma área geográfica precisa que se tenha mantido inalterável ao longo dos séculos com o nome de Flandres. ja:フランドル

Europa

A Europa é a parte ocidental do supercontinente euroasiático. Embora geograficamente seja considerada uma península da Eurásia, os povos da Europa têm características culturais e uma história específicas, o que justifica que o território europeu seja geralmente considerado como um continente separado. A parte continental é limitada a Norte pelo Oceano Glacial Árctico, a oeste pelo Oceano Atlântico, a sul pelo Mar Mediterrâneo, pelo Mar Negro, pelas montanhas do Cáucaso e pelo Mar Cáspio, e a Leste, onde a delimitação é mais artificial, pelos Montes Urais e pelo Rio Ural. A Europa inclui também as Ilhas Britânicas, a Islândia e várias ilhas e arquipélagos menores, espalhados pelo Atlântico, Mediterrâneo e Árctico Segundo a mitologia grega, Europa foi uma mulher muito bonita que despertou os amores de Zeus, deus-rei do Olimpo. Zeus]

Países da Europa

Politicamente, a Europa divide-se nos seguintes países:
- Albânia
- Alemanha
- Andorra
- Áustria
- Bielorússia
- Bélgica
- Bósnia-Herzegovina
- Bulgária
- República Checa
- Croácia
- Dinamarca
- Eslováquia
- Eslovénia
- Espanha
- Estónia
- Finlândia
- França
- Grécia
- Holanda
- Hungria
- Irlanda
- Islândia
- Itália
- Letónia
- Liechtenstein
- Lituânia
- Luxemburgo
- Macedónia
- Malta
- Moldova
- Mónaco
- Noruega
- Polónia
- Portugal
- Reino Unido
- Roménia
- Rússia
- San Marino
- Sérvia e Montenegro
- Suécia
- Suíça
- Ucrânia
- Vaticano Também se situam na Europa as seguintes dependências:
- Ilhas Feroe (Dinamarca)
- Gibraltar (Reino Unido)
- Guernsey (Reino Unido)
- Ilha de Man (Reino Unido)
- Jersey (Reino Unido) A Turquia e o Cazaquistão incluem também territórios europeus: na Turquia, é europeu o território situado a norte do Bósforo, que faz fronteira com a Grécia e a Bulgária (a Trácia); no Cazaquistão, pertence à Europa o território a oeste do Rio Ural, fronteiro à Rússia. A Rússia, embora tenha mais superfície asiática que europeia, considera-se pertencente à Europa dado ser no território europeu que se situam as suas principais cidades e onde vive a maior parte da sua população. 1Embora geograficamente não sejam europeus, há outros territórios que se agregam com frequência ao continente, por razões diversas: Chipre, as três repúblicas ex-soviéticas do Cáucaso (Arménia, Azerbaijão e Geórgia), as cinco repúblicas ex-soviéticas da Ásia Central (Cazaquistão, Quirguistão, Tajiquistão, Turquemenistão e Uzbequistão) e Israel.

Regiões da Europa

Por razões políticas e culturais, é costume dividir-se a Europa em três regiões:
- Europa central
- Europa ocidental
- Europa oriental


- Lista de animais que vivem na Europa


- [http://www1.ku-eichstaett.de/SLF/EngluVglSW/ELiX/index.htm EuroLinguistiX] categoria:Continentes als:Europa ja:ヨーロッパ ko:유럽 ms:Eropah roa-rup:Evropa simple:Europe th:ทวีปยุโรป zh-min-nan:Europa

Arquitectura

A Arquitectura - ou arquitetura na grafia brasileira - (do grego arché - αρχή = primeiro ou principal e tékton - τέχνη = construção) é a arte ou técnica de projetar e edificar o ambiente habitado pelo ser humano. Quando se fala em arquitectura fala-se, entre muitas outras coisas, da organização do espaço. A arquitetura como atividade humana existe desde que o homem passou a se abrigar das intempéries. Uma definição mais precisa da área envolve todo o design do ambiente construído pelo homem, o que engloba desde o desenho de mobiliário (desenho industrial) até o desenho da paisagem (paisagismo) e da cidade (urbanismo), passando pelo desenho dos edifícios e construções (considerada a atividade mais comum dos arquitetos). O trabalho do arquiteto envolve, portanto, toda a escala da vida do homem, desde a manual até a urbana. urbanismo Apesar da apresentação acima ser a mais facilmente encontrada em dicionários, é possível descrever a arquitetura de acordo com sua mátéria-prima: o espaço. Ou, para ser mais específico, o espaço interno. Antes de edificar contruções ou prédios, o arquiteto trabalha essencialmente com a edificação do espaço. Esta teoria foi sintetizada pelo arquiteto italiano Bruno Zevi.
Arquitectura é música petrificada (Goethe)

Definição

Goethe. Esta obra sintetiza uma série de ideais a respeito da relação do homem com o universo. Da mesma forma, ela está associada à Arquitetura, tanto quanto um instrumento de projeto quanto como um símbolo]] Primeiramente, a Arquitetura se manifesta de dois modos diferentes: a atividade (a arte, o campo de trabalho do arquiteto) e o resultado físico (o conjunto construído de um arquiteto, de um povo e da humanidade como um todo). A arquitetura enquanto atividade é um campo multidisciplinar, incluindo em sua base a matemática, as ciências, as artes, a tecnologia, as ciências sociais, a política, a história, a filosofia, entre outros. Sendo uma atividade complexa, é difícil conceituá-la de forma precisa, de forma que a palavra tenha diversas acepções e a atividade tenha diversos desdobramentos. Atualmente, o mais antigo tratado arquitetônico de que se tem notícia e que propõe uma definição de arquitetura é o do arquiteto romano Marco Vitrúvio Polião. Em suas palavras: : "A arquitetura é uma ciência, surgindo de muitas outras, e adornada com muitos e variados ensinamentos: pela ajuda dos quais um julgamento é formado daqueles trabalhos que são o resultado das outras artes." A definição de Vitrúvio, apesar de inserida em um contexto próprio, constitui a base para praticamente todo o estudo feito desta arte e para todas as interpretações até a atualidade. Ainda que diversos teóricos, principalmente os da modernidade, tenham conduzido estudos que contrariam diversos aspectos do pensamento vitruviano, este ainda pode ser sintetizado e considerado universal para a arquitetura(principalmente quando interpretado, de formas diferentes, para cada época), seja a atividade, seja o patrimônio. Vitrúvio declara que um arquiteto deveria ser bem versado em campos como a música, a astronomia, etc. A filosofia, em particular, destaca-se: de fato quando alguém se refere à "filosofia de determinado arquiteto" quer se referir à sua abordagem do problema arquitetônico. O racionalismo, o empirismo, o estruturalismo, o pós-estruturalismo e a fenomenologia são algumas das direções da filosofia que influenciaram os arquitetos.

A tríade vitruviana

Na obra de Vitrúvio, definem-se três os elementos fundamentais da arquitetura: a firmitas (que se refere à estabilidade, ao caráter construtivo da arquitetura), a utilitas (que originalmente se refere à comodidade e ao longo da história foi associada à função e ao utilitarismo) e a venustas (associada à beleza e à apreciação estética). Desta forma, e segundo este ponto de vista, uma construção passa a ser chamada de arquitetura quando , além de ser firme e bem estruturada (firmitas), possuir uma função (utilitas) e for, principalmente, bela (venustas). Há que se notar que Vitrúvio contextualizava o conceito de beleza segundo os conceitos clássicos. Portanto, a venustas foi, ao longo da história, um dos elementos mais polêmicos das várias definições da arquitetura.

Definição moderna

Uma definição precisa de arquitetura é impossível, como já foi ressaltado, dada a sua amplitude. Como as demais artes e ciências, ela passa por mudanças constantes. No entanto, o excerto a seguir, escrito por Lúcio Costa, costuma gozar de certa unanimidade quanto à sua abrangência.
"Arquitetura é antes de mais nada construção, mas, construção concebida com o propósito primordial de ordenar e organizar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção. E nesse processo fundamental de ordenar e expressar-se ela se revela igualmente arte plástica, porquanto nos inumeráveis problemas com que se defronta o arquiteto desde a germinação do projeto até a conclusão efetiva da obra, há sempre, para cada caso específico, certa margem final de opção entre os limites - máximo e mínimo - determinados pelo cálculo, preconizados pela técnica, condicionados pelo meio, reclamados pela função ou impostos pelo programa, - cabendo então ao sentimento individual do arquiteto, no que ele tem de artista, portanto, escolher na escala dos valores contidos entre dois valores extremos, a forma plástica apropriada a cada pormenor em função da unidade última da obra idealizada."

"A intenção plástica que semelhante escolha subentende é precisamente o que distingue a arquitetura da simples construção."
COSTA, Lúcio (1902-1998). Considerações sobre arte contemporânea (1940). In: Lúcio Costa, Registro de uma vivência. São Paulo: Empresa das Artes, 1995. 608p.il.
Esta definição é entendida como um consenso pois ela resume praticamente toda uma metade de século de pensamento arquitetônico: a visão de Lúcio Costa sintetiza as várias teorias propostas por arquitetos pertencentes à Arquitetura moderna. Dado que o moderno procurou se colocar não como mais um entre vários estilos, mas como efetivamente a arquitetura, e sua visão de mundo tornou-se predominante, ela tornou-se por fim um consenso. A teorização proposta pela Arquitetura Moderna engloboa, no entanto, também toda a arquitetura produzida antes dela, já que ela manifesta claramente que a arquitetura surge de um programa, incorporando as variáveis sociais, culturais, econômicas e artísticas do momento histórico. Na medida em que os momentos históricos são heterogêneos, a definição moderna da arquitetura não ilegitima nenhuma outra manifestação histórica, mas ativamente combate a cópia de outros momentos históricos no momento contemporâneo.

A questão do estilo

Quando se pensa em algum tipo classificação dos diferentes produtos arquitetônicos observados no tempo e no espaço, é muito comum, especialmente por parte da população considerada mais "leiga", de diferenciar os edifícios e sítios através da idéia de que eles possuem um estilo diverso um do outro. Tradicionalmente, a noção de estilo envolve a apreensão de um certo conjunto de fatores e características formais dos edifícios: ou seja, a definição mais primordial de estilo é aquela que o associa à forma da arquitetura, e principalmente seus detalhes estético-construtivos. A partir desta noção, parte-se então, naturalmente, para a idéia de que diferentes estilos possuem diferentes regras. E, portanto, estas regras poderiam ser usadas em casos específicos. A arquitetura, enquanto profissão, segundo este ponto de vista, estaria reduzida a uma simples reunião de regras compositivas e sua sistematização. Esta é uma idéia que, após os vários movimentos modernos da Arquitetura (e mesmo os pós-modernos, que voltaram a debater o estilo) tornou-se ultrapassada e apaixonadamente combatida. A arquitetura, pelo menos no plano teórico e acadêmico, passou a ser entendida através daquilo que efetivamente a define: o trabalho com o espaço habitável. Aquilo que era considerado estilo passou a ser chamado simplesmente de momento histórico ou de escola. Apesar de ser uma ruptura aparentemente banal, ela se mostra extremamente profunda na medida em que coloca uma nova variável: se não valem mais as definições historicistas e estilísticas da Arquitetura, o estilo deixa de ser um modelo amplamente copiado e passa a ser a expressão das interpretações individuais de cada arquiteto (ou grupo de arquiteto), daquilo que ele considera como Arquitetura. Portanto, se é possível falar em um estilo histórico (barroco, clássico, gótico, etc), também se torna possível falar em um estilo individual (arquitetura Wrightiana, Corbuseana, etc).

Arquitectura civil

456654654654

Arquitectura militar

Arquitectura religiosa

Referências

Artigos relacionados


- Linguagem arquitetônica
- Estilos arquitectónicos
- Lista de arquitectos
- História da Arquitetura
- Obras de Arquitectura
- Urbanismo
- Ensino da arquitetura
- Maquete Eletrônica

Páginas externas


- [http://www.greatbuildings.com Greatbuildings.com] - Catálogo de edifícios, arquitetos e projetos famosos.
- [http://www.galinsky.com Galinsky.com] - Arquitetura moderna e contemporânea
- [http://www.iab.org.br IAB-DN] - Sítio do Instituto dos Arquitetos do Brasil
- [http://www.ordemdosarquitectos.pt OA] - Sítio da Ordem dos Arquitectos Portugueses
- [http://www.vitruvius.com.br Vitruvius] - Portal brasileiro de arquitetura
- [http://www.arcoweb.com.br Arcoweb] - Portal brasileiro de arquitetura
- [http://www.arquitetura.com ARQUITETURA.COM] - Portal brasileiro de arquitetura

Bibliografia

#COSTA, Lúcio, Arquitetura; São Paulo: José Olympio, 2002. #RASMUSSEN, Esteen Eiler; Arquitetura vivenciada; São Paulo: Martins Fontes, 2002. #ZEVI, Bruno; Saber ver a arquitetura; São Paulo: Martins Fontes, 2002 #ARGAN, Giulio Carlo; Arte moderna; São Paulo: Companhia das Letras, 1998. Categoria:Arquitetura Categoria:Cultura ja:建築学 ko:건축 ms:Seni bina simple:Architecture th:สถาปัตยกรรมศาสตร์

Andrea Palladio

Andrea di Pietro della Gondola, vulgo Palladio (30 de novembro de 1508, Pádua - 19 de agosto de 1580, Vicenza) foi um arquiteto italiano, protegido de G. Trissino, que o conduziu a estudos humanísticos e lhe deu o nome de Pallàdio. Viaja à Roma, fundamental para a sua formação. Apoiando-se nos ensinamentos de Vitrúvio (comentários de arquitetura de Vitrúvio, 1556), restituiu à atualidade a tipologia das casas e dos templos clássicos (Villa La Rotonda, Villa Barbaro, palazzi Thiene e Valmarana e teatro Olímpico em Vicenza; Igreja del Redentore e Igreja de S. Giorgio Maggiore em Veneza). Concebeu a arquitetura como organização de espaços regulados por leis matemáticas e harmônicas e projetou as fachadas em função da planimetria e volumetria internas. Autor de quatro livros de arquitetura (1570), influenciou o desenvolvimento das arquiteturas européia e americana. Sua criação mais famosa é "La Rotonda" (Vicenza - 1550/1552 - nordeste da Itália), considerada um resumo da arquitetura Palladiana. O projeto, que inclui um domo que se eleva acima de um cubo, é simples e recebeu reconhecimento imediato por sua perfeita harmonia com a paisagem ao redor. Categoria: Arquitectos da Itália ja:アンドレーア・パッラーディオ

Philibert de l'Orme

Philibert de l'Orme (1510 - 1570) era uma arquitecto francês, e um dos grandes mestres do Renascimento. Nasceu em Lyon, filho de Jehan de l'Orme, influênciado pelo pai adquiriu a mesma actividade profissional. Foi ainda muito jovem para Itália estudar (1533 - 1536) onde foi empregado pelo Papa contemporâneo, Papa Paulo III. Quando regresso a França apadrinhado pelo Cardial du Bellay em Lyon, e foi enviado para Paris em 1540, onde começou o Chateau de St Maur, e beneficiou das mordomias reais; em 1545 foi nomeado arquitecto de Francisco I. Em 1548 Henrique II incumbiu-lhe a tarefa de supervisionar as obras do Chateau Fontainebleau, em Saint-Germain-en-Laye entre outros edifícios reais. Porém, quando este morreu em 1559, Philibert ficou deprimido. Apesar de tudo, no reinado do sucessor, Carlos IX, foi-lhe concebido o planeamento das Tuileries, em colaboração com Jean Brillant. Faleceu em Paris, e apesar de muitas das suas obras não teem chegado até aos nossos dias, a fama acompanha-o na eternidade. Categoria: Arquitectos de França

Holanda

Holanda tem vários significados:
- Embora incorrecto, o mais corrente é a sua utilização para se referir à totalidade do Reino dos Países Baixos
- Holanda - uma região desse mesmo país, subdividida em:
  - Holanda do Norte
  - Holanda do Sul Você pode também andar à procura de:
- Francisco de Holanda - humanista e pintor português do século XVI;
- Francisco Buarque de Holanda, vulgo Chico Buarque, músico e compositor brasileiro.
- Sérgio Buarque de Holanda - historiador brasileiro, pai do precendente.
- Aurélio Buarque de Holanda - filólogo brasileiro, irmão do precendente, e que tem o seu nome ligado ao famoso Dicionário Aurélio zh-min-nan:Hô-lân (tē-tài)

Inglaterra

A Inglaterra é um dos países constituintes do Reino Unido. Historicamente dominante, ocupa a metade sul da ilha da Grã-Bretanha, à excepção de uma área a oeste, correspondente ao País de Gales. Limita a Norte com a Escócia, a Leste com o Mar do Norte, a Sul com o Canal da Mancha e a Oeste com o Oceano Atlântico, País de Gales e Mar da Irlanda. Área: 130 439 km². População: 49 milhões de habitantes.

História da Inglaterra

O país chamado Inglaterra por contraponto com os estados e províncias que ocuparam o mesmo território em épocas anteriores formou-se pela aglutinação gradual dos reinos anglos, saxões e juntos durante os séculos VII, VIII e IX. Egbert de Wessex, rei do Wessex (m. 839) é em geral considerado o primeiro rei de toda a Inglaterra, se bem que o seu título oficial fosse Bretwalda (literalmente "Sobresenhor da Bretanha"), e fosse tecnicamente um "primeiro entre iguais" com os outros líderes ingleses. O título de "Rei de Inglaterra" surgiu duas gerações mais tarde com Alfredo, o Grande (governou entre 871 e 899). Algumas histórias de Inglaterra escolares iniciam-se com a subida ao trono de Guilherme, o Conquistador em 1066. Isto pode dever-se ao orgulho que os ingleses têm da sua longa história de independência, e gostarem, portanto, de iniciar a contar só depois da última invasão bem sucedida. A verdade é que, embora Guilherme tenha reorganizado (e, em grande parte, substituído) a aristocracia inglesa, não se pode dizer com verdade que ele tenha "fundado" ou "unificado" o país. Com efeito, muita da infraestrutura anglo-saxã que existia sobreviveu à conquista de Guilherme e persiste ainda hoje. Nas escolas inglesas, a história do país tende a começar com a área geográfica que viria um dia a transformar-se na Inglaterra, e por isso refere-se inicialmente a Júlio César e a expedições romanas posteriores. Estes estudos da história do lugar propriamente dito, antes de ter adquirido o nome "Inglaterra", ajudam-nos a compreender o desenvolvimento posterior da Inglaterra enquanto nação.

Política

A Inglaterra não tem nenhum governo ou corpo de representantes independente do Reino Unido. A Inglaterra é uma Monarquia Parlamentarista, com um parlamento que possui a autoridade de criar leis e providenciar obras públicas. A rainha tem uma função meramente representativa e diplomática, não possuindo qualquer género de poder executivo. O regime parlamentar implica a existência de um primeiro-ministro que é eleito pela maioria do parlamento.

Atuais Mandatários


- Chefe de Estado: Rainha Elizabeth II (do Reino Unido)
- Chefe Executivo: Primeiro-ministro Tony Blair

Subdivisões

Tradicionalmente, divide-se em condados (shires), de constituição que tem sido algo variável. Actualmente, a lista é a seguinte:

Geografia

A Inglaterra corresponde à maior parte dos dois terços sul da Grã-Bretanha. É limitada ao norte pela Escócia e ao oeste pelo País de Gales. A maior parte da Inglaterra é coberta de colinas ("Roling Hills"), sendo mais montanhosa no norte. A linha divisora entre tipos do terreno é indicada geralmente pela linha Tees-Exe. Há também uma área de pântanos, a leste, que foi drenada para uso agrícola. As maiores cidades de Inglaterra são, por ordem decrescente: Londres, Birmingham, Liverpool, Sheffield e Leeds. O Túnel do Canal, perto de Dover, liga a Inglaterra ao continente europeu.

Economia

Agricultura: Cereais, como Trigo, Aveia, Centeio etc.

Demografia

A Inglaterra, com os seus 49 milhões de habitantes, dos quais cerca de um décimo pertencem a grupos étnicos não-brancos, é a nação com a maior e etnicamente mais diversificada população de todo o Reino Unido.

Cultura

Tópicos diversos


- Lista de bandas da Inglaterra
-
categoria:Reinos das Ilhas Britânicas ja:イングランド ko:잉글랜드 ms:England simple:England th:แคว้นอังกฤษ zh-min-nan:England

Alemanha

A Alemanha é um Estado federal da Europa central membro da União Europeia. A Alemanha é limitada a norte pelo Mar do Norte, pela Dinamarca e pelo Mar Báltico, a leste pela Polónia e pela República Checa, a sul pela Áustria e pela Suíça e a oeste pela França, Luxemburgo, Bélgica e Países Baixos. A capital da Alemanha é Berlim. A língua nacional é o alemão.

História

A língua alemã existe há mais de mil anos, mas o país conhecido agora como Alemanha só foi unificado em 1871 em Versalhes, quando o império alemão, dirigido pela Prússia, foi constituído. A Alemanha permaneceu um império com povos de diferentes origens nacionais por mais 50 anos. Este foi o segundo "reich" alemão. "Reich" é traduzido geralmente por "império" mas pode também significar "reino".

Política

A Alemanha é uma democracia constitucional federal, cujo sistema político foi criado com a constituição de 1949, chamada
Grundgesetz (Lei Básica). Tem um sistema parlamentar em que o chefe de governo, o Bundeskanzler (Chanceler Federal), é eleito pelo parlamento O parlamento, chamado Bundestag (Dieta Federal), é eleito de quatro em quatro anos por voto popular, usando um complexo sistema que combina o voto directo com representação proporcional. Os 16 Bundesländer (Estados) estão representados federalmente no Bundesrat (Conselho Federal), que tem palavra no processo legislativo. Nos últimos tempos, tem havido alguma controvérsia sobre o facto de o Bundestag e o Bundesrat bloquearam decisões um do outro, o que dificulta a ação efectiva do governo. A função de chefe de Estado é do Bundespräsident (Presidente Federal), cujos poderes estão limitados apenas a funções cerimoniais e de representação do Estado. O Bundespräsident é eleito pela Bundesversammlung (Assembleia Federal) que engloba todos os membros do Bundestag e o mesmo número de membros enviados pelos parlamentos do Länder (Landtage)... O braço judicial inclui o Tribunal Constitucional, chamado Bundesverfassungsgericht, que pode bloquear qualquer acto de legislação ou administração se estes forem considerados inconstitucionais.

Estados

A Alemanha está dividida em 16 estados federados (Bundesländer, singular Bundesland).

Geografia

judicial A Alemanha estende-se desde as altas montanhas dos Alpes (o ponto mais elevado é o Zugspitze com 2 962 m) no sul até às costas do mar do Norte e do mar Báltico no norte. Pelo meio, estendem-se as terras altas, florestadas, da Alemanha central e as terras baixas da Alemanha do norte (o ponto mais baixo é o Neuendorfer/Wilstermarsch, com -3.54 m), atravessadas por alguns dos maiores rios da Europa, como o Reno, o Danúbio e o Elba. A República Federal tem fronteiras a norte com a Dinamarca, a leste com a Polónia e a República Checa, a sul com a Áustria e a Suíça e a oeste com a França, o Luxemburgo, a Bélgica e os Países Baixos. O clima é por vezes imprevisível. No pino do verão, um dia pode ser quente e solarengo e o dia seguinte frio e chuvoso. No entanto, condições climatéricas verdadeiramente extremas, como secas severas, tornados, tempestades de granizo, frio ou calor extremo, etc., são extremamente raras. Houve duas inundações de grande escala nos últimos anos, mas em geral também estas são raras. Não há notícia de sismos destrutivos.

Economia

A Alemanha é a terceira economia mundial em termos de PIB (Produto Interno Bruto) (depois dos EUA e do Japão). São de capital alemão empresas como: Basf, Bayer, BMW, Porsche, Daimler Chrysler, Boehringer Ingelheim e Deutsche Bank, o que mostra a força econômica da Alemanha em vários segmentos de mercado. A economia alemã é uma economia de mercado. A segurança social tem um peso muito grande na economia e os alemães têm direitos sociais muito extensos. Os sistemas de Segurança Social têm uma longa tradição, que remonta ao governo de Bismarck, nos finais do século XIX. Há um conjunto de sistemas (ou caixas) que recebem contribuições dos seus membros (uma percentagem dos rendimentos) e cobrem os custos (por exemplo as facturas de consultas médicas) sempre que necessário, num sistema semelhante ao dos seguros (Ver por exemplo Berufsgenossenschaft, o sistema que cobre os acidentes de trabalho e doenças profissionais). Antes de perder o poder em outubro de 2005, o governo Social Democrata (SPD) de Gerhard Schröder tentou reformar a segurança social com o objectivo de reduzir o seu peso sobre a economia. A reunificação teve um impacto significativo no crescimento da parte ocidental da Alemanha.

Demografia

A Alemanha é o segundo país da Europa em população, superado apenas pela Rússia. A afluência à zona ocidental de alemães de outros pontos do país e de imigrantes de diferentes nacionalidades, assim como a tendência ao estancamento do crescimento vegetativo, têm sido as principais características da evolução demográfica. A maior parte da população descende de diversos grupos germânicos que se estabeleceram na região centro-européia no primeiro milênio antes da era cristã. Esses grupos partilhavam a mesma língua, embora expressa em muitos dialetos, mas apresentavam características étnicas heterogêneas que se acentuaram ao longo da história em conseqüência da fusão com outros povos, como os celtas e os eslavos. Na moderna Alemanha, as diferenças humanas e lingüísticas das várias regiões se atenuaram, embora a prolongada divisão política tenha gerado certas peculiaridades culturais que distinguem os alemães do leste daqueles do oeste. A chegada de imigrantes à Alemanha ocidental na segunda metade do século XX compensou as perdas humanas ocasionadas pela Segunda Guerra Mundial, estimadas em cerca de três milhões de pessoas, na maioria jovens do sexo masculino. Além da população de origem germânica, convivem na antiga Alemanha ocidental diversas minorias étnicas de nacionalidade alemã, como judeus, eslavos e dinamarqueses, assim como franceses descendentes dos huguenotes fugidos de seu país no fim do século XVII. Os trabalhadores imigrantes, chegados à Alemanha sobretudo nas décadas de 1960 e 1970, eram principalmente turcos, iugoslavos, italianos, gregos, espanhóis e portugueses. Na Alemanha oriental, que constituiu um país autônomo de 1949 a 1990, as perdas humanas provocadas pela guerra foram compensadas com o ingresso de vários milhões de alemães expulsos da Polônia, da Tchecoslováquia e da Hungria. Contudo, as dificuldades econômicas derivadas do pagamento das indenizações de guerra e da política de coletivização estimularam o movimento migratório para a Alemanha ocidental, calculado em 1,7 milhão de pessoas. A interrupção do crescimento da população e mesmo a redução desta se incluem entre as características mais notáveis da evolução do país nas últimas décadas do século XX, tanto na zona ocidental como na oriental. Isso se traduz num envelhecimento da população, isto é, no aumento dos grupos de idade mais alta em relação à população jovem, em conseqüência dos baixos níveis de natalidade e do prolongamento da expectativa de vida.

Cultura

As contribuições da Alemanha para o património cultural mundial são numerosas, o que leva alguns autores a acreditar no "Génio Alemão", celebrado no Romantismo (uma das fases da história da arte onde a Alemanha teve uma proeminência invejável). País conhecido por muitos como
das Land der Dichter und Denker (A terra dos poetas e dos pensadores), a Alemanha foi o berço de vultos importantíssimos na história da arte, como se pode verificar nas várias secções deste artigo. Já para aqueles que vêem no romantismo alemão o signo do nacionalismo e o pendor irracional que culminaria em Adolf Hitler, Karl Kraus forneceu um lema alternativo: Em vez de "Land der Dichter und Denker", Kraus chama-lhe "Land der Richter und Henker" (terra dos juízes e carrascos). Ver também Sturm und Drang. O país é um centro tradicional da ciência na Europa. Especialmente no século passado, as pesquisas foi revolucionários. Cerca 1/3 dos prémios Nobel (química e física) foram laureados os cientistas alemães entre 1901 e 1933. Entre outras pessoas, Einstein e Planck, os mais conhecidos, alteraram a rota da física neste período com as teórias deles. A língua alemã e os seus dialectos foram, outrora, a lingua franca da Europa Central, oriental e setentrional. Hoje, o alemão é uma das línguas que despertam mais interesse por parte dos estudantes de línguas em todo o mundo. Muitas figuras históricas, ainda que não sendo alemãs, no sentido moderno da palavra "alemão", estiveram imersas na cultura germânica, como é o caso de Wolfgang Amadeus Mozart, Immanuel Kant, Franz Kafka ou Copérnico.

Religião

A maior confissão religiosa na Alemanha é protestante na tradição de Martinho Lutero (cerca de 51%). Segue-se o catolicismo, a uma pequena diferença percentual. Desde Martinho Lutero e a Reforma Protestante que a Alemanha foi o palco de conflitos religiosos entre os protestantes (Luteranos), geralmente mais fortes no norte, e os católicos, regra geral mais numerosos no sul. No entanto, a distribuição das religiões está longe de ser homogênea. Na Alemanha prevaleceu o princípio Cuius regio, eius religio. Uma região marcada pelo feudalismo, na Alemanha do tempo dos conflitos religiosos os súbditos tinham de adoptar a religião defendida pelas autoridades (os nobres) da região em que vivem. Caso contrário, eram frequentemente obrigados ao exílio. O resultado desta evolução é uma manta de retalhos quanto às confissões religiosas. Zonas maioritariamente católicas são a Baviera (praticamente toda a Baviera, um estado conservador), a zona do Reno (Colónia, Bona, Koblenz). Zonas maioritariamente protestantes são os estados do leste e do Norte (Berlim, Hamburgo) e Baden-Württemberg (Estugarda) no sudoeste. Nestas regiões a maioria da população é luterana (ou evangélica, como eles costumam dizer). No norte, ao longo da fronteira com a Holanda há também a presença de calvinistas (ou igreja reformada, como eles se intitulam).

Feriados

Nem todos feriados alemães são celebrados em todos estados federais. Por exemplo, na Baviera não se celebra a Festa da Reforma pois a maioria da população é católica.

Veja também


- Lista de países
- Alemanha Ocidental
- Alemanha Oriental

Links Externos


- [http://www.facts-about-germany.de Facts about Germany] - Official site published by the German Federal Foreign Office
- [http://www.deutschland.de/en Deutschland.de] - Official German portal
- [http://www.statistikportal.de/ Statistikportal.de] - Official statistical data
- [http://www.bundesregierung.de/en Bundesregierung Deutschland] - Official site of the German Federal Government
- [http://eng.bundespraesident.de/ Bundespräsident] - Official site of the German President
- [http://www.bundestag.de/htdocs_e/ Bundestag] - Official site of the German Parliament
- [http://www.handbuch-deutschland.de/ A Manual for Germany] - How Germany works, published by the German Federal Government
- [http://www.stadtpanoramen.de Stadtpanoramen.de] - Panoramic views of numerous German Cities
- [http://www.deutschland-panorama.de Panoramic views of numerous German landmarks]
- Axel Boldt,
[http://math-www.uni-paderborn.de/~axel/us-d.html A Subjective Comparison of Germany and the United States]
- [http://www.eutropia.com/fotos/fotos-2.html Photos of Germany]
- [http://www.fotocommunity.de/pc/pc/cat/27 rummage in the photo box]
- [http://dw-world.de/brazil DW-WORLD] - Portal da empresa alemã de comunicação Deutsche Welle em português

- [http://www.germanizer.com Germanizer.com]

- [http://www.asinah.org/photo-library/thumbnails.php?album=29&lang=brazilian_portuguese Photo Alemanha em português]

- [http://www.campus-germany.de Campus Germany] - Portal com informações para quem quiser estudar na Alemanha

- [http://www.suapesquisa.com/paises/alemanha Informações sobre a Alemanha - em português]
- [http://www.portugolo.de Informações sobre a Selecção portuguesa em língua alemã]
Categoria:Países da Europa ! als:Deutschland fiu-vro:S'aksamaa ja:ドイツ ko:독일 ms:Jerman roa-rup:Ghirmânii simple:Germany th:สหพันธ์สาธารณรัฐเยอรมนี zh-min-nan:Tek-kok


Suécia

A Suécia é um país da Escandinávia, limitado a oeste e norte pela Noruega, a leste pela Finlândia e pelo Golfo de Bótnia, a leste e sul pelo Mar Báltico e a oeste pelo estreito de Kattegat, que a separa da Dinamarca. Capital: Estocolmo.

História

Descobertas arqueológicas comprovam que a área hoje compreendida como Suécia já era povoada durande a Idade da Pedra, quando o gelo resultante da última glaciação recuou. Pensa-se que os primeiros habitantes se tratavam de povos caçadores e recolectores que viviam daquilo que o mar (Mar Báltico) lhes fornecia. Algumas evidências apontam para que o sul da Suécia fosse densamente povoado durante a Idade do Bronze, pois foram encontradas ruinas de grandes comunidades comerciais. Durante os séculos IX e X, a cultura viking prosperou na Suécia, com o comércio. A invasão dirigiu-se em primeiro lugar para oriente, na direcção dos Estados Bálticos, Rússia e do Mar Negro. Em 1389, os três estados escandinavos (Noruega, Suécia e Finlândia) estavam unidos sob um único monarca. A União de Kalmar começou como uma união pessoal, não política e quando, no séc. XV, se tentou centralizar o poder no rei dinamarquês, a Suécia resistiu chegando mesmo a uma rebelião armada. A Suécia separou-se em 1523, quando Gustav Eriksson Vasa, conhecido mais tarde por Gustav I da Suécia restabeleceu a separação da Coroa Sueca da união. O séc. XVII viu a Suécia tornar-se numa das principais potências europeias, devido ao sucesso da participação na Guerra dos 30 anos, iniciada pelo Rei Gustavus Adolphus. Esta posição iria desmoronar-se no séc. XVIII, quando a Rússia conquistou os reinos da europa do norte na Grande Guerra do Norte e, eventualmente, quando em 1809 se assistiu à separação da parte oriental da Suécia, criando-se assim a Finlândia como um grão-ducado russo. A história recente sueca tem sido pacífica, pois a última guerra foi a Campanha Contra a Noruega (1814), que estabeleceu uma união dominada pela Suécia. Esta união dissolveu-se pacificamente em 1905, apesar de alguma ameaça de guerra. A Suécia foi um país neutro durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial (com uma pequena excepção, a Guerra do Inverno). Continuou a não se posicionar durante a Guerra Fria e hoje não faz parte de nenhuma aliança militar embora tenha participado nos treinos militares da NATO.

Política

A Suécia é uma monarquia constitucional parlamentarista, sendo que o poder do rei foi constantemente reduzido. A constituição de 1974 restringiu a atuação da realeza a funções cerimoniais, mas o rei conserva ainda a função de chefe de estado. A sociedade e a opinião pública sueca nunca expressaram um forte desejo pela instalação de uma república, porém o Partido Social-Democrata e o Partido de Esquerda mantêm em suas propostas políticas a abolição da monarquia.
- Legislativo: O Parlamento Sueco (Riksdag) era bicameral até 1970, quando foi instituída uma única Câmara com 349 membros eleitos. As eleições gerais ocorrem a cada quatro anos, no terceiro domingo do mês de setembro. Para um partido político conquistar uma cadeira no Parlamento, precisa obter mais de 4% do número total de votos na eleição, ou 12% dos votos numa região eleitoral.
- Partidos: O país conta com os partidos Trabalhista Social Democrático (SAP), Partido da Esquerda (V), Partido Verde (MP), Partido da Coalizão Moderada (M), Partido Democrata Cristão (Kd), Partido do Centro (C) e Partido Popular Liberal (FP). Há também partidos de extrema-direita que têm ganhado uma certa popularidade. O Partido Democrata Sueco (Sverigedemokraterna) conseguiu eleger vários representantes nas eleições locais principalmente no sul da Suécia.

Subdivisões

A Suécia é dividida em três grandes partes, a Götaland, ao sul, englobando a cidade de Malmö, a Svealand, na parte central, que engloba Gotemburgo e Estocolmo e Norrland, que fica ao norte. Cada uma dessas três partes é subdividida em regiões menores chamadas landskaps. Os landskaps não têm mais significado administrativo nenhum, mas sim um significado histórico. Atualmente, os landstings são os equivalentes ao landskaps mas com significado administrativo e de aproximadamente mesmo desenho dos antigos landskaps.

Geografia

Economia

Demografia

Cultura

Veja também


- Dinamarca
- Finlândia
- Noruega
- Europa
- União Europeia
- Lista de países
- Lista de bandas da Suécia

Referências externas


- [http://www.sweden.se/ Suécia, Portal Oficial] (em inglês, francês, espanhol)
- [http://www.sweden.gov.se/ Governo sueco] (em inglês) Categoria:Países da Europa Categoria:Escandinávia
-
als:Schweden fiu-vro:Roodsi [[got:

Kaliningrado

Kaliningrado (russo: Калининград) é a capital da província russa de Kaliningrado, enclave russo entre a Polônia e a Lituânia, na beira do Mar Báltico. Fundada em 1255 pelos Cavaleiros teutônicos sob o nome de Königsberg (montanha do rei), ela foi a capital da Prússia, e depois fez parte do Império alemão a partir de 1871. É famosa por ter tido entre seus habitantes o filósofo Immanuel Kant. A cidade e sua população sofreram no final da Segunda Guerra Mundial os severos bombardeios aliados, e a seguir uma repressão intensa dos soviéticos, que tentaram exterminar ou expulsar a população. Foi rebatizada Kaliningrado (do nome do presidente do Comitê Central do Partido Comunista, Mikhaïl Kalinine) após a Segunda Guerra Mundial, quando a URSS anexou os territórios da região (região de Kaliningrado). A cidade também é célebre pelo problema das Sete pontes de Königsberg, resolvido por Euler em 1736. categoria:Cidades da Rússia ja:カリーニングラード ko:칼리닌그라드

Rússia

A Rússia (em Russo: Россия, transliteração: Rossiya), ou Federação Russa (em Russo: Российская Федерация, transliteração: Rossiyskaya Federatsiya), é o maior país do Mundo, estendendo-se por quase metade da Europa e por cerca de um terço da Ásia. Compreende, além da porção metropolitana continental, o enclave de Kaliningrado, no Mar Báltico, e uma série de ilhas e arquipélagos árcticos, entre os quais os mais importantes são a Terra de Francisco José, as ilhas da Novaya Zemlya (por vezes aportuguesada desastradamente como Nova Zembla), a ilha de Kolguev, o arquipélago da Terra do Norte, as ilhas da Nova Sibéria e a ilha de Wrangell. Inclui também várias ilhas e arquipélagos no Extremo Oriente, em particular a ilha Sacalina, as ilhas Curilas e as ilhas Komandorskie. A porção continental limita a norte com o Mar Branco, Mar de Kara, Mar de Laptev, Mar da Sibéria Oriental e Mar de Chukchi, a leste com o Estreito de Bering e Mar de Bering, que estabelecem comunicação com o Alasca, com o Oceano Pacífico, com o Mar de Okhotsk e com o Mar do Japão, através do qual contacta com o Japão, a sul com a Coreia do Norte, com a China, com a Mongólia, com o Cazaquistão, com o Mar Cáspio, com o Azerbaijão, com a Geórgia e com o Mar Negro, do outro lado do qual está a Turquia, e a oeste limita com o Mar de Azov, com a Ucrânia, com a Bielorrússia, com a Letónia, com a Estónia, com o Golfo da Finlândia, com a Finlândia e com a Noruega. Capital: Moscou (bra.) ou Moscovo (por.). Em russo: Москва, lê-se Mosskvá.

História

Repetidas e devastadoras derrotas das tropas russas na Primeira Guerra Mundial levaram a motins generalizados nas principais cidades do Império Russo e à derrocada, em 1917, da dinastia dos Romanov, que reinou por 300 anos. Os socialistas, sob o comando de Vladimir Iliych Ulyanov (conhecido por Lenin) conquistaram o poder em seguida, e formaram a URSS. Sob o governo de Josef Stalin (nascido na Geórgia) o domínio russo sob a União Soviética se fortaleceu, ao custo de milhões de mortos e deportações. A economia e a sociedade soviética ficaram estagnadas em anos posteriores até que o Secretário Geral do Partido Comunista Mikhail Gorbachev introduziu a chamada glasnost (abertura, transparência) e a perestroika (reestruturação) numa tentativa de modernizar o comunismo, mas suas iniciativas, sem que o desejasse, estimularam forças que, mais tarde, até o fim de 1991, dividiram a antiga URSS em 15 repúblicas independentes. Desde então, a Rússia tem feito esforços para construir um sistema político democrático e uma economia de mercado, para substituir o rígido planejamento e controle social, político e econômico do período stalinista. Um conflito de guerrilhas forte ainda ocorre na região do Cáucaso russo, na república da Chechênia.

Política

Subdivisões

A Rússia é dividida em 89 subdivisões. 49 províncias, 21 repúblicas, 10 distritos autônomos, 6 territórios, 2 cidades autônomas e uma província autônoma. Cada distrito autônomo faz parte de um território ou uma província, de que parcialmente depende. Outros tipos de subdivisões são perfeitamente independentes. Nos últimos anos começou o processo de agregação das subdivisões. No 01 de Dezembro de 2005 a província de Perm e o distrito autônomo de Komi-Permyaki se unirão no território de Perm; no 01 de Janeiro de 2007 os distritos autônomos de Taimyr e Evenkia se aderirão ao território de Krasnoyarsk. Assim o número de subdivisões se reduzirão a 86.

Geografia

O relevo é variado: dominam planícies e vales (3/4 do território). As planícies Leste-Européia e Oeste-Siberiana, divididas pelos montes Urais, são as maiores do planeta. Ponto mais elevado: monte Elbrus (5642 m.). Quatro zonas climatéricas - ártica, subártica, temperada e subtropical - determinam o clima da Rússia com 4 seguintes estações de ano: inverno longo e nevoso, primavera temperada, verão curto e quente e outono chuvoso. As temperaturas médias variam em todo o território: em janeiro - de -1 C a -50 C, em julho - de 1 C a 25 C. Cerca de 14 % do território (Sibéria Norte e Norte do Oriente Extremo) ficam além do círculo polar com o solo perenemente congelado. A noite lá é de 60 dias. Às paisagens severas dos desertos árticos do Norte sucede a tundra com mofo, líquen e moita. O inverno na tundra conta com 8-9 meses por ano. Mais para o Sul estão espalhadas as famosas florestas russas que ocupam por volta de 43 % do território do país. A mata densa de coníferas de difícil acesso chama-se "taigá". Na zona central da Rússia encontram-se as florestas mais claras, mistas, dominadas por bétulas, álamos, carvalhos. As florestas das zonas centrais estão divididas por estepes - regiões parecidas com cerrado brasileiro. A maior parte de estepes é lavrada e semeada por trigo, centeio, milho, girassóis, etc. No Sul do país, principalmente na costa do Mar Negro, o clima é subtropical com o inverno curto e úmido e verão longo e quente. Praias bonitas, sol e águas cristalinas atraem turistas de todo o país. Na Rússia há cerca de 120 mil rios. A maioria fica congelada no inverno

Economia

Demografia

Cultura

A literatura russa é muito famosa e, entre os grandes mestres da literatura universal, contam-se russos como Alexander Pushkin, Fiodor Dostoievski, Lev Tolstoi, Anton Tchekhov, etc.


- Perestroika
- União Soviética
- lista de czares Russos


- [http://www.gov.ru/ Governo da Rússia] (em russo e inglês).
- [http://port.pravda.ru/ Sítio de notícias russas em português]
- [http://www.russianet.com.br/ Rússi@Net] (Site da Comunidade Russa no Brasil). Categoria:Países da Europa Categoria:Países da Ásia Categoria:Rússia als:Russland ja:ロシア ko:러시아 ms:Russia roa-rup:Rusii simple:Russia th:สหพันธรัฐรัสเซีย zh-min-nan:Lō·-se-a

França

A França é um país que se localiza no continente europeu, especificamente na Europa Ocidental. Limitado a norte pelo Canal da Mancha, que separa o continente das Ilhas Britânicas (mais especificamente, do sul da Inglaterra, Reino Unido, e também das Ilhas do Canal), pela Bélgica e pelo Luxemburgo, a leste pela Alemanha, Suíça e Itália, a sul pelo Mónaco, pelo Mar Mediterrâneo, por Espanha e por Andorra e oeste pelo Mar Cantábrico e pelo Oceano Atlântico. A sua capital é Paris. Suas cidades mais importantes são: Bordéus (Bordeaux) (Oeste - Litoral do Oceano Atlântico), Marselha (Marseille) (Sul - Mar Mediterrâneo), Lyon e Paris. A França tem várias possessões espalhadas pelo mundo, a que chama departamentos do ultramar ou territórios ultramarinos:
- Américas
  - Guiana Francesa
  - Guadeloupe
  - Martinica
  - Saint Pierre et Miquelon
- África
  - Reunião
  - Mayotte
- Oceania
  - Nova Caledónia
  - Polinésia Francesa
  - Wallis e Futuna
- Mares do Sul
  - Terras Austrais e Antárticas Francesas Na economia, tem destaque na indústria automobilística, aeronáutica, e com grande reconhecimento em sua indústria alimentícia, com agropecuária intensiva e extensiva. É quase auto-suficiente em minérios, com alta produção de petróleo e carvão mineral.

História

As fronteiras da França moderna são muito semelhantes às fronteiras da antiga Gália, território habitado pelos gauleses, de origem Celta. A Gália foi conquistada pelos Romanos no século I AC, e os gauleses acabaram por adoptar a cultura e a língua latinas. O Cristianismo se instalou durante os séculos II e III. As fronteiras do leste da Galia ao longo do rio Reno foram atravessadas por tribos germânicas - principalmente os Francos, dos quais o antigo nome "Francie" vem - durante o século IV. Apesar de a monarquia francesa ser muitas vezes datada do século V, a existência contínua da França como uma entidade separada começa com a divisão do império franco de Carlos Magno em uma parte leste e uma parte oeste. A parte do leste pode ser considerada como o começo do que é a atual Alemanha, a parte oeste como a França. Os sucessores de Carlos Magno dirigiram a França até 987, quando Hugo Capeto, Duque de França e conde de Paris, foi coroado Rei da França. Seus sucessores, a dinastia dos capetos, dirigiram a França até 1789, quando a Revolução Francesa instalou uma República, em uma época de mudanças radicais que começou em 1789. Veja também: Lista de reis de França

Política

A França é uma República democrática semi-presidencialista. O presidente é eleito por sufrágio directo e universal. Existem duas assembleias eleitas: o Senado, eleito indiretamente, e a Assembleia Nacional, eleita pelo voto popular.

Divisões administrativas

A França está dividida em 26 regiões que por sua vez se dividem num total de 100 Departamentos.

Geografia

right A França é um país muito rico, que disputa com a Alemanha e o Reino Unido a liderança econômica na União Européia, pois é a segunda economia da Europa e a quarta do mundo (EUA, Japão, Alemanha, FRANÇA, Reino Unido). A capital da França, Paris é uma das cidades mas populosas do continente, e figura como uma cidade mundial, ou seja, uma das mais importantes do mundo. A França funciona com um istmo que liga a Península Ibérica ao resto do continente, fazendo fronteira com a Bélgica, Luxemburgo, Alemanha, Suíça, Itália, Espanha, Andorra e com o Principado de Mônaco. O Eurotúnel liga a França ao Reino Unido, passando por baixo do Mar do Norte. Por esse túnel circula-se somente em trem, que leva de um país para o outro mercadorias, turistas e passageiros. A França tem três áreas de litoral: a Oeste, o Oceano Atlântico, ao Norte, o Mar do Norte e ao Sul o Mar Mediterrâneo, e áreas montanhosas como os Alpes, os Pireneus e os Vosges, onde a prática de esportes de inverno é intensa e estimuladora da economia local.

Economia

A economia da França combina um extenso sector privado com uma intervenção estatal substancial, se bem que em declínio. Grandes áreas de terrenos férteis, a aplicação de tecnologia moderna e subsídios fizeram da França o principal produtor agrícola da Europa Ocidental. O Estado mantém considerável influência sobre segmentos-chave dos sectores infraestruturantes, com quotas maioritárias em firmas ferroviárias, de electricidade, de aviação e de telecomunicações. Tem vindo a abrandar gradualmente o controlo sobre estes sectores desde o início da década de 1990. O Estado continua a vender participações na France Télécom, na Air France, e nas indústrias de seguros, bancária e de defesa. A França juntou-se a outros 10 países membros da UE para lançar o euro a 1 de Janeiro de 1999, cujas moedas e notas substituíram por completo o franco francês no início de 2002. A França pode ser comparada como a 5ª nação mais rica do planeta em termos de PIB-nominal, que é de US$ 2,054,880 milhões (atrás apenas dos Estados Unidos da América, do Japão, da Alemanha e do Reino Unido), e também podendo ser comparada com a 7ª economia mundial em termos PIB-PPC (Paridade do Poder de Compra). Seu PIB-PPC soma US$ 1,745,946 milhões (tendo à frente apenas os Estados Unidos, a China, o Japão, Índia, Alemanha e Reino Unido). E de capital francês empresas como: Danone, Air France, BNP Paribas, Peugeout e Vivendi. Por esse motivo, da enorme riqueza que faz da França uma das nações da "elite" mundial, podemos dizer sem dúvida alguma que a França é um dos países mais industrializados do mundo, seus produtos se espalham por lojas e casas de todo o planeta. Um dos setores que movimentam a economia da França em grande escala, sem dúvida nenhuma, é o turismo, fazendo da França o país que mais recebe turistas por ano (70 milhões de visitantes), que depositam no país bilhões de dólares. Alguns dos principais produtos exportados pela França são seus vinhos, perfumes e culinária.

Demografia

Cultura


- [http://www.suapesquisa.com/paises/franca Informações sobre a França]
- [http://www.elysee.fr Governo Federal] categoria:países da Europa als:Frankreich fiu-vro:Prantsusmaa ja:フランス ko:프랑스 ms:Perancis simple:France th:ประเทศฝรั่งเศส zh-min-nan:Hoat-kok

Estónia

A Estónia (br. Estônia) é um dos três Países Bálticos, constituído por uma porção continental e um grande arquipélago no Mar Báltico. Confina a norte com o Golfo da Finlândia e, através dele, com a Finlândia, a leste com a Rússia, a sul com a Letónia e a oeste com o Mar Báltico. Capital: Tallinn.

História

Política

A Estónia é uma democracia constitucional, com um presidente eleito pelo parlamento (eleições de cinco em cinco anos), que só tem uma câmara. O governo, ou ramo executivo, é composto pelo primeiro-ministro, nomeado pelo presidente, e por um total de 14 ministros. O governo é nomeado pelo presidente depois de aprovado pelo parlamento. O poder legislativo pertence ao parlamento, denominado Riigikogu ou Assembleia do Estado, que tem 101 lugares. Os deputados são eleitos por voto popular para mandatos de 4 anos. O supremo tribunal judicial é o Tribunal Nacional, ou Riigikohus, com 17 juízes, cujo presidente é nomeado vitaliciamente pelo parlamento depois de nomeado pelo presidente da república.

Subdivisões

Geografia

judicial Situada entre os 57,3º e os 59,5º de latitude e os 21,5º e os 28,1º de longitude, a Estónia estende-se pelas costas orientais do mar Báltico, na parte noroeste da plataforma da Europa oriental. A elevação média é de apenas 50 m. Os depósitos de xisto betuminoso (ou kukersite) e de pedra calcária, bem como as florestas que cobrem 47% do território, desempenham papéis chave na economia deste país pobre em recursos. A Estónia contém mais de 1 400 lagos (a maioria é muito pequena, mas o maior, o lago Peipsi, tem 3 555 km² de superfície), numerosos pauis, e 3 794 km de costa recortada com numerosas baías, estreitos e enseadas. O número de ilhas e ilhotas está estimado em cerca de 1 500, sendo que duas delas são suficientemente grandes para constituir condados: Saaremaa e Hiiumaa. O ponto mais elevado é o Suur Munamägi no canto sueste do país (318 m).

Economia

Em 1999, a Estónia teve o seu pior ano económico desde que obteve a independência em 1991, em grande medida devido ao impacto da crise financeira russa de Agosto de 1998. A Estónia aderiu à OMC em Novembro de 1999 – foi o segundo estado báltico a aderir – e prosseguiu as conversações para adesão à UE, que está marcada para 1 de Maio de 2004. A privatização da energia, telecomunicações, ferrovias e outras empresas estatais é um processo contínuo. A economia estoniana tem sofrido um crescimento rápido, em parte devido à relocalização no país de várias empresas finlandesas. Tem um sector IT forte.

Demografia

Cultura

Tópicos diversos

Links Externos


- [http://estonia.europe-countries.com Estonia Pictures (em inglês)]
- [http://www.europe-atlas.com/estonia-map.htm Estonia Map (em inglês)]
-
Categoria:Países da Europa fiu-vro:Eesti ja:エストニア ko:에스토니아 ms:Estonia roa-rup:Estonia simple:Estonia th:ประเทศเอสโตเนีย zh-min-nan:Eesti

Lituânia

A Lituânia é uma das três Repúblicas Bálticas. Limita a norte com a Letónia, a leste e a sul com a Bielorrússia, a sul com a Polónia, a sul e a oeste com o enclave russo de Kaliningrado e a oeste com o Mar Báltico. Capital: Vilnius.

História

Política

Subdivisões

Geografia

Economia

Demografia

Cultura

Veja também


- Europa

Referências externas

Categoria:Países da Europa
-
als:Litauen fiu-vro:Leedu ja:リトアニア ko:리투아니아 ms:Lithuania roa-rup:Litva simple:Lithuania th:ประเทศลิทัวเนีย zh-min-nan:Lietuva

Gótico

Gótico - (do latim medieval gotticu) é o adjetivo que designa o que é proveniente, relativo, criado ou usado pelos Godos, assim denominado o povo da respectiva tribo germânica. v.g. idioma gótico = germânico , alfabeto gótico ou letra gótica. Além de seu significado original, o vocábulo ganhou modernamente a conotação de "duro, bárbaro". A palavra Gótico tem sido usada desde o século XVIII para se referir a coisas diferentes, distintas. Gótico pode ser:
- Estilo gótico - Um estilo artístico do norte, que floresceu na europeu do século XV, e que se caracteriza por elementos decorativos lanceolados lembrando chamas. (O desenho foi retomado na arte contemporânea sob o nome neo-gótico).
- Literatura gótica - Um gênero literário britânico do fim do século XVIII e início do século XIX, trazido de volta pelos vitorianos cem anos depois.
- Gótico (estilo de vida) No século XX a palavra foi trazida ao uso para um certo estilo de vida, música (Música gótica) e moda.
- Uma variante do xadrez (Xadrez Gótico).
- Tipo de fonte para computador (sans-serif).
- Gothic (jogo de computador) - Um jogo para computador (ver [http://en.wikipedia.org/wiki/Gothic_(computer_game) Gothic (em inglês)]).
- Gothic, um álbum lançado pela banda de heavy metal Paradise Lost em 1992.

Categoria:Arquitectos

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Tortora

Tortora to miejscowość i gmina we Włoszech, w regionie Kalabria, w prowincji Cosenza. Wg danych na rok 2004 gminę zamieszkuje 5 808 osób, 101,9 os./km². Źródło danych: [http://www.istat.it Istituto Nazionale di Statistica] Kategoria:Miejscowości WłochKategoria:Prowincja Cosenza

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